segunda-feira, 31 de maio de 2010

The Gift Na Covilhã

videoE Como a Selecção Nacional está a estagiar na Covilhã, a Câmara Municipal decidiu organizar, durante três Fins-de-Semana consecutivos, Concertos de apoio à selecção. É uma pena, organizarem estes eventos culturais em prol do futebol, quando têm toda uma população e os estudantes, que ajudam ao desenvolvimento do município, que carece por Arte e Cultura. Enfim, ao menos menos algo é feito, mesmo que de vez em quando.
videoNascido em 1994, em Alcobaça, o projecto "The Gift" surge inicialmente como projecto paralelo dos "Dead Souls", banda de então de Nuno Gonçalves e Miguel Ribeiro. A evolução de um projecto para o outro aconteceu de forma natural, uma vez que sentiam que a sonoridade dos "Dead Souls" estava limitada aos instrumentos que utilizavam (guitarra, bateria, baixo e ukulele), e a urgência em experimentar novos sons e partir para novos horizontes musicais era cada vez maior. Assim, o que começou por ser um projecto secundário de ambos os jovens a darem os passos iniciais na música, foi crescendo e ganhando maior importância na vida destes. De dois, os "The Gift" passaram a uma banda de quatro elementos com a entrada de Ricardo Braga e de Janita para vocalista, que permaneceria no grupo por um curto período e daria o seu lugar a Sónia Tavares, pouco tempo depois. Sónia ingressou na banda quase por acaso e, apesar de mais tarde vir a dar novas tonalidades à música dos "The Gift", na altura a escolha de uma voz feminina não foi vista com bons olhos por Nuno, que não conseguia idealizar uma rapariga a cantar no grupo. Na base destes anti-corpos esteve a gritante misoginia reinante na banda. A barreira tornou-se ainda maior ao Sónia não proferir uma única palavra durante os primeiros ensaios e permanecer timidamente afastada dos restantes músicos. Até ao dia em que quebrou o silêncio, começou a cantar, e de uma assentada compôs o primeiro tema do grupo: "Lenor". Estava dado o primeiro grande passo dos "The Gift". A partir daqui a sonoridade do grupo começou a ganhar forma e em Setembro de 94, Sónia, Nuno, Miguel e Ricardo (com idades compreendidas entre os 16 e os 21 anos) inscreveram-se no Concurso de Música Moderna do Bar Ben, em Alcobaça. A banda acabaria por ir passando de eliminatória em eliminatória, até chegar à final, e terminaria em 2º lugar – para grande surpresa de todos dada a curta existência do grupo. Encarando o resultado do concurso como uma vitória e um estímulo, os "The Gift" começaram a aspirar a mais e deram o seu primeiro concerto em nome próprio no Mosteiro de Alcobaça, em Julho de 95. Seguir-se-ia o Centro Cultural de Belém, em Setembro de 96 e o convite para tocar no Porto, no bar Labirintho, em Novembro desse ano. Foi nessa noite, com o incentivo do dono do bar, José Carlos Tinoco, que surgiu a ideia de gravar a primeira maqueta do grupo. Desde esse dia e até Maio de 97 os "The Gift" empenharam-se a 100% na preparação do seu primeiro registo discográfico, tendo como ambição mostrar a sonoridade da banda aos media e às editoras. Deste esforço nasceu “Digital Atmosphere”, CD composto por 6 temas e uma parte multimédia com entrevistas e vídeos da banda, gravado em casa e sem edição comercial. O objectivo de chamar a atenção da indústria musical não seria atingido da forma desejada, mas as expectativas relativamente à crítica musical viriam a ser ultrapassadas, obtendo de imediato o reconhecimento por parte dos media. Ainda nesse ano os "The Gift" partiram para a estrada, percorrendo cerca de 630 auditórios (muitos deles esgotados) e editando no final da digressão um vídeo com os concertos do Centro Cultural de Belém e do Cine-teatro de Alcobaça. Logo após a Digital Atmosphere Tour a banda ficaria reduzida a quatro elementos, com a saída de Ricardo Braga, permanecendo com a formação com que continuaria até hoje, e estabeleceria o objectivo de editar um novo disco, como banda independente, suportando todas as despesas e sem qualquer tipo de apoio por parte de alguma editora discográfica. Ganham, em 2005, na categoria de "Best Portuguese Act", o MTV Europe Music Awards, prémios entregues esse ano em Portugal. Este reconhecimento é obtido através do seu álbum duplo «AM-FM». A 30 de Outubro de 2006 lançam o álbum ao vivo e DVD «Fácil de Entender», cujo nome é o de uma canção cantada em Português e faixa escondida do álbum «AM-FM» que foi apresentada no decorrer da AM-FM Tour. Em 2007 ganham o Globo de Ouro (SIC/Caras) de Melhor Grupo com o álbum editado no ano transacto «Fácil de Entender». Em 2009, Nuno Gonçalves é convidado a regravar Amália Rodrigues, nascendo "Amália Hoje", produzindo algo de inovador que ficará marcado para a história cultural de Portugal com participação da Sónia Tavares, Fernando Ribeiro dos Moonspell e Paulo Praça dos Plaza. O disco foi lançado a 27 de Abril e foi tornado público em televisão na Gala XIV Globos de Ouro na SIC, no dia 17 de Maio de 2009. in wikipédia

video

O projecto "Hoje" é um sucesso e actuou na Covilhã no fim-de-semana de 15 de Maio, sendo sem dúvida um dos pontos altos da cidade este ano. No fim-de-semana seguinte actuou Pedro Abrunhosa e este último, 29, os The gift actuaram e anunciaram Um Novo disco para o final deste ano, apresentando já o Novo single.

Have Fun, Lewis.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Everyone, this is Rita Matos





Na passada Segunda-feira, Portugal jogou contra Cabo Verde, na Covilhã, onde está a estagiar, antes de embarcar para a África do Sul. Apesar de não ser grande fã de futebol, resolvi aceitar o convite dos amigos para ver o jogo ao vivo, afinal de contas sempre assistia ao match na bancada vip não é?! Pensei, what the hell, pode ser uma experiência interessante, estar no estádio e gritar como um homem pela selecção e acenar a bela da bandeira! Assisti ao jogo acompanhado pelo grupo "d'as Pessoas interessantes do segundo ano" (you know who you are), pela Urânia (my Roomie) e pela Bebé (Rita Matos).

Nota* Cristiano Ronaldo foi várias vezes mencionado nos serviços noticiosos como "O Homem do Jogo", mas quem realmente deu nas vistas foi Fábio Coentrão (por quem eu não dava nada, mas que subiu imenso na minha consideração), Nani, Raúl Meireles e Miguel veloso.

Perguntam vocês: e quem isso a ver com as fotos e o título do post?

Eu digo: Ainda não percebi! Não, estou a mangar convosco. Bem, como este grupo é bastante eclético, todos possuem o seu estilo diferenciado, seguindo várias linhas, é claro que brindaram o estádio com a sua pinta e postura inconfundível.
A Bela Da Rita Matos, que é um dos grandes exemplos de Pessoa e Estilo do Curso (o nosso, Design de Moda) estava linda, como sempre, mas desta vez, usava um colar pelo qual me apaixonei, comprado há alguns anos na Stradivarius. Claro que eu tinha de o fotografar e partilhar com vocês, para que também o pudessem apreciar! Espero que gostem tanto dele como eu!

Have Fun watching, Lewis.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Shame on You!



Ricardo Passaporte, estudante de Design de Moda, apaixonado por ilustração, Urbanstyle e Cores garridas, que reflectem o estado de espírito de quem as usa! Ricardo é um desenhador compulsivo, sempre de notebook em riste e as suas criações tranportam-nos para o universo da natureza, para os casulos e o movimento.

Have Fun, Lewis.

Club Geek







Put On ur Glasses, Lewis.

Mary Poppins Who?



Rita Moreira, one more time!

Have Fun, Lewis.

Glow in the Dark



Diz que o Pedrinho Brilha... No escuro!

Have Fun, Lewis.

Don't Be ScArEd



Urânia, assustada com algo muito estranho @CompanhiaClub.

Welcome to the DarkSide, Lewis.

Start The Fire



Have Fun, Lewis.

Carta Postal



Este postal está afixado, entre muitos outros, na parede do parede do quarto de dois amigos meus, e eu achei-lhe imensa piada!

Have Fun, Lewis.

Hot Legs, Cute Shoes!





E como o mau tempo parece estar de folga temporariamente, as meninas decidem sair à rua com os seus sapatos mais airosos, e marcam pela originalidade|

As sandálias são usadas por Vanessa Monteiro;
Os sapatos e asmeias coloridas são usadas por Tatiana

Have Fun walking, Lewis.

Electro Vintage Hélio





Helio Cabrita, 19 anos,aluno do segundo ano de Design de Moda, é conhecido pela sua paixão pelo que é vintage com um toque de techno e colorido. Adora chá e a pose snob das tias britânicas. É uma pessoa extremamente divertida e culta, fala à moda do ghetto, o que influencia de forma positiva o seu trabalho.

Havefun, Lewis.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Pieces of a Woman!



Have Fun, Lewis.

Put Out The Blue Fire!











Fotografia - Luís DuArte
Produção - Luís DuArte e Urânia Brasil
Modelo - Bruno Cunha

Kill the lights, Lewis.

Move!





Move a little bit, Lewis.

This Boy Ai'nt dead... yet!













Fotografia - Luís DuArte
Produção - Luís DuArte e Urânia Brasil
Modelo - Bruno Cunha

Try something new, Lewis.

Waiting by the window...















Fotografia - Luís DuArte
PRodução - Luís DuArte e Urânia Brasil
Modelo - Bruno Cunha

Have Fun, Lewis.

domingo, 16 de maio de 2010

The Work of Hussein Chalayan



Hussein Chalayan caracteriza-se pela sua abordagem conceptual à moda, fazendo a roupa ultrapassar as fronteiras genéricas e aproximar-se da escultura, do mobiliário, da arte performativa e muito além. Considerado um dos mais originais estilistas actualmente em actividade no mundo inteiro, Chalayan é conhecido pelos seus desfiles espectaculares onde tudo pode acontecer, desde mesas de café que se transformam em vestidos, à utilização de confessionários e trampolins como adereços de passerelle. Ao mesmo tempo, a atenção que o estilista presta a detalhes técnicos, à estrutura e à costura é excepcional. As suas colecções centram-se frequentemente no deslocamento cultural, algo que o próprio Hussein viveu.

Hussein Chalayan nasceu em Nicósia, em 1970. Filho de pais Turco-Cipriotas, saiu do país aos 12 anos para estudar em Inglaterra, para onde o pai foi morar, depois do divórcio. Ao longo da sua carreira, além de criar a etiqueta com o seu nome, trabalhou para a marca de caxemiras TSE e foi nomeado director criativo da Asprey, em 2001, saindo da empresa em 2004. As suas bases criativas são a ciência, teorias arquitectónicas e a nova tecnologia. Foi duas vezes agraciado com o prémio British Designer of the Year, em 1999 e em 2000. Apesar do seu estúdio se situar em Londres, Chalayan apresenta as suas colecções em paris, e o seu trabalho pode ser visto tanto em exposições internacionais de arte como em passerelles. Os seus prémios mais recentes incluem o Tribe Art, que lhe encomendou a curta-metragem “Place to Passage”. Em 2004, Chalayan, abriu a sua primeira loja em Tóquio. Para completar as suas colecções feminina e masculina, criou, em 2005, a Chalayan, uma linha mais jovem. No mesmo ano, o Groningen Museum, na Holanda, organizou uma grande exposição retrospectiva do trabalho deste estilista. Chalayan conceptualiza e dirige os seus trabalhos em vídeo. Os trajes e espaços teatrais, caracterizados pelo uso de técnicas de teatro experimental, são combinados com componentes cinematográficas. É também conhecido pelo seu uso inovador de novos materiais, meticuloso padrão de corte e postura progressista para Tecnologia.

Em Londres ingressa num internato. Entretanto, mais tarde consegue entrar e terminar o curso, em 1993, na Central St. Martin’s School of Art. A sua colecção de final de curso foi um sucesso: consistia em vestidos de seda decompostos, que tinha enterrado durante algum tempo e exumado depois. Desde então, tem produzido mais de 20 colecções.

“Gosto de design simples, mas que não são coisas básicas. Eu diria que sou natural, muito crítico e não gosto de estar demasiado fora. O meu trabalho tornou-se mais e mais transversal e disciplinar. A evolução está a recorrer a outras disciplinas para expressar as minhas ideias. Eu confio que tenha sido capaz de exprimir uma espécie de mundo através de outros meios. Por exemplo: Eu tenho vindo a fazer filmes nos últimos 3 a 4 anos para que possa acrescentar uma nova dimensão ao meu trabalho. Eu acho que não tenho um projecto que me tenha dado mais ou menos satisfação.
Eu trabalhei em vários projectos e cada um é uma experiência diferente.
O showroom em 2000 com a sala de estar que foi convertida, foi uma experiência muito poderosa. O projecto para a bienal Veneza o ano passado foi uma forte Experiência. A um lugar chamado antes que a passagem, Que visitamos e era como um filme. Eu gosto do trabalho dos arquitectos e dos designers que me influenciam. É claro que tenho alguns com quem gostaria de trabalhar. A Balenciaga faz peças fantásticas e a linha da Comme de Garçons, é muito práctica e revolucionária. Eu gosto sua atitude, mas isso não significa que amo cada colecção. Penso que os capitães dos anos 60 foram surpreendentes como o Balenciaga velho, o velho Pierre Cardin, o velho Courrèges. Nesta época nada se passa. Eles foram verdadeiros Mestres e de certa forma, estamos apenas a regurgitar o que eles fizeram. Eu gosto muito de alguns arquitectos: Renzo Piano, Jean Nouvel, Peças de Zaha Hadid, Rem Koolhaas e Mies Van Der Rohe, Alvar Aalto e Le Corbusier.


Chalayan coseu uma espécie de tela (de Papel) de formato dobrável, o chamado vestido carta, caracterizado como um envelope de correio internacional, em azul e encarnado em formato carta, 1999. Após ser encomendado, era entregue um envelope á cliente, que assim que fosse aberto, se transformava num vestido.

É mais calmo que seus colegas designers britânicos, mas a sua mente é provocadora e intensa. Os seus desenhos, são baseadas em experiências e até mesmo em captações itens existentes como cartas meteorológicas. Considerado louco por muitos, Chalayan era visto frequentemente em torno do Campus com um saco plástico cheio de livros sobre filosofia, arquitectura e física. Os seus estudos e interesses foram tão diversos, contrastando com os típicos estudantes de moda, tanto que um professor lhe disse para passar para a escultura.
Um designer inteligente com uma atitude que é praticamente um pré-requisito para entrar na moda “haute monde”, Hussein Chalayan é um visionário que simultaneamente desenvolveu a nova moda território. Numa indústria obcecada com a mudança, esta não é uma pequena conquista. E apesar de manter uma certa distância da cultura pop e das tendências de moda, Chalayan tem exibido brilhantes colecções época após época. A sua própria linha, Chalayan, agrada multidões com aquilo que só pode ser descrito como futuro minimalismo. As suas colecções tornaram-se instalações, visionando o teatro como moda, e o seu entendimento dos meandros da arquitectura presta-se ao bem-articulados.
Se o trabalho de Chalayan é altamente individual, é porque evita a história: "Eu nunca fui um nerd das revistas de moda ", disse, numa recente entrevista à revista ELLE, pois o que está na moda não é apenas vender suas roupas, é exibi-las! Os seus desfiles estão mais para instalações ou happenings do que uma mera parada de vestidos incríveis! Desfiles são embasados em diálogos inteligentes sobre genética, antropologia, migração, preconceitos culturais, impactos ambientais, identidade, arquitetura e agora pela adoração primitiva do sol em relação com o status das celebridades contemporâneas.
O seu trabalho constitui Um reflexo da realidade; Sim, uma saia tanto pode ser uma peça de vestuário, cuja função principal é proteger, como também pode ser uma mesa de trabalho! É um design de intervenção, que reflecte os desejos e os medos da sociedade contemporânea. A obra evita o circuito da moda social como a peste, mínima no olhar, mas máxima no pensamento. Se não bastasse o fato de Chalayan ser um dos poucos estilistas capazes de reunir conceitos abstractos, questões políticas e questões sobre a eterna mania da reciclagem da moda, ele ainda faz roupas lindas e usáveis.

Learn something, Lewis.

terça-feira, 4 de maio de 2010

I Did It









































Deixo-vos algumas das peças que fiz ao longo do último ano e que foram 
ficando aqui esquecidas em casa a ocupar espaço!Espero que gostem.

see U soon, Lewis.